Jesus Cristo Quem Está Acima De Todas As Coisas

Lagoa da Prata A Cidade do Sol Praia Municipal

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"A Princesa do Oeste"

Lagoa da Prata A Princesa do Centro Oeste

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Lagoa da Prata

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Lagoa da Prata 72 Anos

Lagoa da Prata Tem Jeito Jesus

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Yeshua Jesus Cristo Nosso Eterno Senhor e Salvador

O Maior Amor Do Universo

A Expansão do Universo Infinito

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Do Açúcar, Laticínios e Produtos Derivados 


Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Do Açúcar, Laticínios e Produtos Derivados de Lagoa Prata
Tel: (37) 3261-4547 / 3261-4539 
Sede Própria: Av. Bendito Valadares, 331 - Centro Lagoa da Prata - Minas Gerais
https://sites.google.com/site/localizadorcomercial/sindicato-trabalhadores-nas-industrias-1



APAC de Lagoa da Prata monta 3 mil bicicletas por mês para indústria

Os recuperandos são responsáveis pela montagem de 70%
das unidades completas e de 90% das rodas da empresa
Há 14 anos no mercado, a fabricante de bicicletas Braciclo, de Lagoa de Prata, no Centro Oeste, transferiu praticamente todas as suas operações de montagem para o Centro de Reintegração Social (CRS) da Apac da comarca. Nessa espécie de filial, os quadros soldados e pintados vão ganhando partes e componentes pelas mãos de 14 condenados, que entregam cerca de 3 mil bicicletas por mês. Atualmente, os recuperandos, como são chamados os presos no Método Apac, são responsáveis pela montagem de 70% das unidades completas e de 90% das rodas da indústria. O gerente de produção da Braciclo, André de Souza Machado, diz que a dedicação e a competência demonstradas pelos recuperandos no começo da parceria, quando havia apenas a montagem de rodas, encorajaram a empresa a aumentar a participação da linha de trabalho instalada na Apac. “Concluímos que conseguiríamos manter nossos compromissos de quantidade, qualidade e prazo com nossos clientes espalhados pelo país, e, de fato, isso ocorreu”, explica André. A aposta da empresa foi favorecida por uma circunstância inesperada. Um ex-funcionário, Flávio Rodrigues de Oliveira, foi condenado à prisão e admitido no CRS de Lagoa da Prata para cumprir pena. Pelos bons serviços prestados à Braciclo quando estava em liberdade, recebeu a missão de liderar os demais recuperandos na linha de montagem. Aos 29 anos de idade, Flávio diz que assumiu a tarefa com senso de responsabilidade maior do que quando era uma pessoa livre. Ele observa que, para um ex-preso, é muito mais difícil conseguir vaga no mercado de trabalho. “Além de ficar atento às metas, ensino todo o serviço. Tenho que corresponder à confiança, mas tem sido tranquilo porque o pessoal aqui aprende rapidinho”, conta. Empregabilidade
A Braciclo, contudo,  já demonstrou que tem compromisso com o futuro dos recuperandos que emprega. Três deles, ao conquistarem livramento condicional, foram contratados pela indústria. O gerente do CRS da Apac de Lagoa da Prata, Carlos Alberto Aparecido Ramos, diz que essa é a parte mais gratificante da parceria com a empresa. “A contratação representa não somente uma confiança na capacidade técnica, mas uma certeza de que o ex-recuperando está disposto a seguir uma nova vida, por ter assumido sua culpa buscando efetivamente a ressocialização, analisa Carlos Alberto. O gerente acrescenta que as possibilidades de conseguir trabalho não se limitam à Braciclo. Ele argumenta que a experiência na linha de montagem traz conhecimentos suficientes para trabalhar em oficinas e lojas especializadas. A começar pelas existentes na cidade, de 50 mil habitantes, que tem um grande número de bicicletas por causa do relevo plano. Laborterapia No Método Apac, a parte da pena cumprida em regime fechado tem um significado especial, pois é considerada o momento ideal para a reflexão, o arrependimento e para que o preso abrace uma nova proposta de vida. Para estimular esse processo, o método prevê que o recuperando deve ter atividades manuais, como o artesanato, que exigem concentração e persistência. No caso da montagem de uma bicicleta, essas características estão na colocação dos raios das rodas. O recuperando Júlio Cesar Gomes, de 40 anos, confirma. “Precisa ter muita atenção, pois é como abotoar uma camisa. Se você começa errado, só no final vai perceber e tem de fazer de novo”, afirma. Ele aprendeu isso não só nas rodas que recebeu vazias, mas, principalmente nas que foram montadas erradamente por outros e que teve de consertar. “Na vida, se não ficarmos atentos acontece a mesma coisa. Vamos cometendo erros e só tomamos consciência no final. É preciso, então, refazer a vida”, filosofa. Repasses As Associações de Assistência e Proteção aos Condenados (Apac’s) são instituições da sociedade civil sem fins lucrativos que aplicam a Lei de Execuções Penais (LEP), mas sob um modelo que enfatiza a reforma interna do condenado para a assunção da culpa, o arrependimento e a ressocialização. O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), repassa recursos para a manutenção e a construção de Centros de Reintegração das Apac’s. Em 2015, foram destinados cerca de R$ 31 milhões para manutenção de 38 Apac’s, com aproximadamente 3 mil vagas e R$ 13.079.787,22 para as obras dos CRS’s de Itabirito, Uberlândia, Alfenas e Manhumirim, com um total de 492 vagas.






Solar Presentes e Papelaria em Lagoa da Prata


Artigos Para Presentes, Tudo em Papelaria
Pastas, Cadernos e Objetos Escolares em Geral
Na Praça da Matriz - Centro de Lagoa da Prata
Telefone: (37) 3261-1289


Resultado de imagem para NIÓBIO
Você já ouviu falar do Nióbio?
Sabia que o Brasil é o País Mais Rico do Mundo Neste Elemento?  Que ele vale Muito dinheiro?
Provavelmente Você Não Sabe, Mas Por Quê?
O bocal do foguete do Apollo 15 CSM na órbita lunar é feita de liga de nióbio-titânio.

Descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett, o Nióbio, o mais leve dos metais refratários, é utilizado principalmente em ligas ferrosas (tão poderoso que é utilizado na escala de 100 gramas para cada tonelada de ferro), criando aços bastante resistentes que são utilizadas em tubos de gasodutos, motores de aeroplanos, propulsão de foguetes e em outros chamados supercondutores, além de soldagem, indústria nuclear, eletrônica, lentes ópticas, tomógrafos, etc. Com 99% das reservas do mundo e mais de 90% da comercialização mundial, o Brasil explora muito pouco, perto da capacidade disponível. Entenda mais: O nióbio é o ele­mento metálico de mais baixa con­cen­tração na crosta ter­restre, sendo encontrado na natureza a uma pro­porção de 24 partes por mil­hão. Cada vez mais essencial à tecnologia atual por ser altamente resistente às altas temperaturas e à corrosão, o Nióbio, número 41 na tabela periódica, é alvo de muitas polêmicas. Em relatos vazados pelo Wikileaks, por exemplo, o governo americano caracteriza o Nióbio como um recurso estratégico e Imprescindível aos planos americanos. Além disso, outros países e consultorias especializadas incluem o metal na lista de elementos em situação crítica ou ameaçada. Com bilhões de toneladas já confirmadas do minério em solo brasileiro e centenas de anos de extração (somente em uma das minas), caso mantenha-se a extração atual, o país exporta cerca de 70 mil toneladas por ano. Mas por que tão pouco? Para elevar o preço? Não, pois segundo alguns, estamos vendendo uma das maiores riquezas brasileiras à preço de banana, gerando variados apontamentos de fraude. Um dos maiores críticos, e talvez o único, tenha sido o deputado federal e candidato à presidência, Enéas Carneiro, que afirmava que só a riqueza de Nióbio enterrada no solo brasileiro seria maior que nosso pib atual. Algo parecido com isto que era pregado pelo deputado foi o caso do manganês do Amapá, que acabou após incessante extração e agora só resta os buracos abertos pela mineradora como recordação. A multinacional e o “Defense Materials Procurement Agency”, do Ministério da Defesa dos Estados Unidos da América, é que podem dizer para onde foi o mineral. Confira uma pequena parte da fala do Deputado Enéas Carneiro:   Como os preços não são negociados em bolsas, o preço do Nióbio Brasileiro é por vezes desconhecido, já que se trata de Negociações particulares, e segundo pesquisas e dados cruzados, menor do que os concorrentes. Com isto, as suspeitas, não comprovadas, de subfaturamento são endossadas. A defesa dos produtores brasileiros é que uma grande alta no preço poderia incentivar a substituição do nióbio por produtos concorrentes, como o titânio e o tântalo (embora não tão eficazes) e até uma corrida pela abertura de novas minas. E outra: 
O nióbio, embora essen­cial­mente brasileiro, tem os preços definidos pelo London Metal Exchange — LME, de Lon­dres. Mesmo assim o nióbio ainda foi nosso terceiro metal mais exportado em 2012, atrás apenas do ferro e do ouro, e mais: Segundo o Ministério do desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o volume de liga ferro-nióbio exportado cresceu 110% em 10 anos, passando de 33.688 toneladas em 2003 para 70.948 em 2012, somando 1,8 bilhão de dólares. O metal ainda não é pauta do Estado brasileiro, que ainda não o incluiu em nenhuma regulamentação sobre mineração vigente no país. O comércio e extração, por sua vez não é de domínio público, estando concentrado nas mãos de 2 companhias privadas que operam no país, gerando segundo os mais críticos, uma enorme evasão de divisas geradas pelas riquezas naturais brasileiras. E para aumentar as especulações, em 2011, um grupo de companhias chinesas, japonesas e sul coreanas adquiriram por US$ 4 bilhões 30% do capital da brasileira CBMM, Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), maior produtora mundial de nióbio (a CBMM é controlada pelo grupo Moreira Salles, mesmos fundadores do Unibanco. A 2ª empresa é a Mineração Catalão de Goiás, controlada pela britânica Anglo American). Adendo: A família Moreira Salles é hoje a família mais rica do Brasil, com fortuna combinada de quase 30 bilhões de dólares.
Especialistas como Monica Bruckmann, professora e Pesquisadora do Departamento de Ciência Política da
UFRJ e assessora da Secretaria-Geral da União de Nações Sul-Americanas - Unasul – diz que “O Brasil detém praticamente todo o nióbio do planeta, mas esse potencial é desaproveitado”.

Já o economista e autor de livros de sucesso na área, Adriano Benayon, diz que o Brasil poderia ganhar até 50 vezes mais do que recebe  atualmente com as exportações de ferro-nióbio, “caso ditasse o preço do produto no mercado mundial e aumentasse o consumo interno do mineral”. Em 2011 o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que seriam encam­in­hados ao senado três pro­je­tos inde­pen­dentes que tratariam a respeito do metal: um sobre as regras de explo­ração, outro que criaria uma agên­cia reg­u­ladora do setor e um ter­ceiro que trataria exclu­si­va
­mente dos roy­al­ties. O Brasil tem hoje um dos menores roy­al­ties do mundo, cerca de 2%, a Austrália e demais países africanos, que produzem menos de 2% do Nióbio vendido no mundo, cobram 10%. Ou seja, os impostos que são revertidos ao Brasil e viram melhorias para a população são ínfimos perto do valor de venda do metal. As leis, no entanto, não saíram do papel e segundo o Ministério, o Nióbio não foi incluído no novo Marco Regulatório da Mineração, em debate no momento pela Secretaria de Geologia Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia – SGM/MME. No momento, somente um projeto menor tramita sobre o assunto, neste, o deputado Giovani Cherini (PDT – RS) propõe que o metal seja extraído apenas por empresas 100% nacionais. O projeto no entanto sofre com a morosidade da justiça brasileira e
encontra-se há meses sem andamento. Para ver mais sobre o projeto de lei 4978/13 clique aqui. Abaixo, o deputado discorre sobre a matéria na câmara.
Mas o descaso parece ser somente do governo brasileiro, os chineses, por exemplo, estão antenados no assunto. Prova disso é possível compra de uma extensa área florestal em Rondônia. O interesse levou até mesmo o embaixador chinês no Brasil, Qiuiu Xiaoqi, e sua esposa a visitarem a região. O motivo não foi explicitado por nenhuma das partes, mas o Nióbio é a principal, e provável, causa, já que reservas enormes estão no subsolo. Lembrando que a China não tem produção de Nióbio e importa 100% do que sua imensa indústria de aço consome. Apenas para complementar: o Japão e a União Europeia também importam 100% do que consomem do material e os Estados Unidos, 80%. Frente a este panorama, não é impossível que os chineses adquiram a área (que está disponível para a venda a qualquer um), explorem o recurso e levem o Nióbio brasileiro para fora. Lembremos que o mesmo ocorreu há cerca de 1 século, com o ciclo da borracha na Amazônia, no qual o Brasil detinha um elemento vital para a indústria da época, e, por não saber administrar, perdeu uma rara oportunidade de transformar a riqueza natural do país em desenvolvimento, educação, saúde, qualidade de vida, etc. Vale ressaltar que perto do local que foi sondado pelos chineses está a maior reserva de Nióbio do mundo (e pasme, os estudos ainda não estão concluídos, podendo, portanto, podem ser ainda maiores). Resta acrescentar que segundo especialistas, o Nióbio não é tão raro como parece, pois no mundo há mais de 300 reservas conhecidas, o que ocorre é que nenhum dos demais países possui tecnologia ou interesse, em extrai-lo. Mas esse cenário pode mudar em breve,  já que atualmente, outros países estão se mexendo para começar a extração do minério. Os EUA, por exemplo, que importam entre 10 e 15 mil toneladas brasileiras por ano, estão trabalhando na “construção” de uma mina no Nebraska. Canadá e Quênia também estão desenvolvendo novas minas para extração. E você, já sabia disso? O que pensa a respeito? Acha que o certo é vender os direitos sobre o minério a estrangeiros ou acha que deveria ser exclusivo de empresas brasileiras? Comenta aqui embaixo, em nossos comentários.  Fontes: Ministério de Minas e Energia, G1, Exame, USGS, Universidade Federal Fluminense, Câmara dos deputados.
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Crediprata Soluções Financeiras e Qualidade de Vida Para as Comunidades Onde Atua

O Sicoob Crediprata é uma Cooperativa de Crédito que, além de possuir excelentes soluções financeiras e de serviços para seus associados, participa da construção da qualidade de vida das comunidades em que está inserida.




Suas ações acontecem em diversas frentes, possibilitando a realização de projetos e eventos em benefício da sociedade e a valorização da cidadania. Seja realizando iniciativas próprias ou no apoio a programas sociais desenvolvidos em parceria com outras entidades, o SICOOB CREDIPRATA sempre busca difundir a cultura da cooperação, acreditando que, mais do que doar, é essencial criar condições para que os cidadãos possam capacitar-se e crescer. A partir desta perspectiva, desenvolve diversas ações em prol do bem-estar das comunidades onde atua e os resultados positivos destas ações, contribuem de forma real para a formação de pessoas conscientes de seu papel social e comprometidas com a construção de um mundo cada vez melhor.










Localização Agência Crediprata em Lagoa da Prata
https://sites.google.com/site/localizadorcomercial/crediprata-sicoob

Vamos Iluminar Melhor Lagoa da Prata? O Que Você Acha?


Linda e Próspera, assim é Lagoa da Prata.
Ruas e Avenidas Largas e Bem-Traçadas 
Topograficamente quase que Perfeita... 
Numa Simetria Divina e Maravilhosa. 
Mas muito escura, Sem Brilho!!! 
Sua Iluminação deixa a Desejar... 
São Lâmpadas Fracas, além de arcaicas 
Consomem muito e estão localizadas 
De um só lado das ruas e avenidas, 
com exceção da Avenida Brasil.
Vamos pedir ao prefeito Paulinho,
a duplicação da Iluminação Existente,
 Isto é,  pelo menos duas vezes mais Watts
que temos disponíveis atualmente.
Que Tal Iluminação à Led? Seria Excelente!!!




Vamos Iluminar Melhor Lagoa da Prata 
O Tempo da Cemiguinha Já Passou!!!
As Décadas de Quarenta e Cinquenta Já se Foram e a Partir dos Anos Sessenta Foi Inaugurada a Cemig em  Lagoa da Prata, não Justificando mais a escuridão que se encontra a maioria dos Logradouros e Praças,  Numa Cidade Tão Linda e Próspera  Abençoada Por Deus & Por Jesus Cristo Nosso Eterno Senhor e Salvador.