Jesus Cristo Quem Está Acima De Todas As Coisas

Lagoa da Prata * Praia Municipal

Lagoa da Prata * Praia Municipal

"A Princesa do Oeste"

Lagoa da Prata A Princesa do Centro Oeste

Lagoa da Prata A Princesa do Centro Oeste

Lagoa da Prata

Give Glory The Lord

Lagoa da Prata 72 Anos

Lagoa da Prata Tem Jeito Jesus

Lagoa da Prata Tem Jeito Jesus
Yeshua Jesus Cristo Nosso Eterno Senhor e Salvador

O Maior Amor Do Universo

A Expansão do Universo Infinito

Linda e Próspera, assim é Lagoa da Prata.
Ruas e Avenidas Largas e Bem-Traçadas 
Topograficamente quase que Perfeita... 
Numa Simetria Divina e Maravilhosa. 
Mas muito escura, Sem Brilho!!! 
Sua Iluminação deixa a Desejar... 
São Lâmpadas Fracas, além de arcaicas 
Consomem muito e estão localizadas 
De um só lado das ruas e avenidas, 
com exceção da Avenida Brasil.
Vamos pedir ao prefeito Paulinho,
a duplicação da Iluminação Existente,
 Isto é,  pelo menos duas vezes mais
Watts que temos atualmente


Iluminação Insuficiente numa das Cidades Mais Belas do Centro Oeste Mineiro







Soluções em Projetos Engenharia Lagoa da Prata

Antônio Aparecido dos Santos 
Engenheiro Civil 
CREA: MG 160023/D
 Elaboração de Projetos: 
* Arquitetônico 
* Estrutural 
* Hidráulico 
* Elétrico 
* Planilhas e Orçamento 
* Execução de Obras 
 antonioengcivil2017@gmail.com 
Tel: (37) 3261- 4894 
Cels: (37) 99192-1984 Tim / 99118-9206 Oi 
www.solucoesemprojetos.com.br
Rua Joaquim Gomes Pereira, 769 - Centro 
Lagoa da Prata - Minas Gerais

Tânia Márcia Superintendente da Biosev Unidade Lagoa da Prata

Tânia Márcia Campos Fernandes 
Estado Civil: Solteira 
Formação: Engenharia Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 
Cargo: Superintendente do Polo de Lagoa da Prata, da Biosev 

Hobbies: Estar com a família, os amigos e viajar Filosofia de vida: “Faço a reflexão de Santo Agostinho: chegar ao fim do dia e me perguntar se eu fiz diferença na vida de alguém, se estou no caminho para me tornar um ser humano melhor ou se preciso ajustar a rota.” 

Ela não conhecia ninguém do setor e também não tinha ideia de como funcionava o dia a dia de uma usina sucroenergética. Pelo menos até um ano atrás, quando foi contatada por um headhunterque que a fez olhar para o setor de forma diferente, o que acabou incentivando-a a se juntar ao time do segundo maior grupo sucroenergético do Brasil, a Biosev, onde atua como Superintendente do Polo de Lagoa da Prata. Tania Fernandes formou-se em Engenharia Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1996, e conta que não teve nenhuma dúvida sobre a escolha da profissão. “Fiz um curso técnico em Química e me identifiquei muito com um professor que era engenheiro. Ele foi uma grande referência de conduta profissional, o que me fez optar por essa área. E o tempo me mostrou que foi a escolha certa!” Como Minas Gerais é um grande polo de mineração e metalurgia, Tania decidiu focar sua carreira nestes dois setores. Seu primeiro emprego foi na Votorantim Cimentos, empresa na qual atuou por sete anos nas mais diversas áreas do segmento de cal industrial. Em busca do crescimento na área gerencial, Tania decidiu aceitar uma proposta de mudança para a Alcan Alumínio (atual Novelis), quando ingressou no mercado de metalurgia de não-ferrosos. “Foi uma transição interessante, por se tratar de um processo intrinsicamente metalúrgico, diferente da minha formação original. Na Alcan ocupei a minha primeira posição gerencial por três anos e meio, até ser convidada para trabalhar na Alcoa, outra grande referência em alumínio, onde atuei por mais três anos e aprendi bastante.” Acostumada a atuar em empresas de grande porte, ela foi convidada a trabalhar em uma empresa de menor porte - o grupo AMG, do ramo de metalurgia de nicho - e conta que acabou aceitando a oferta porque seria responsável pela gerência geral das operações de alumínio, tântalo e nióbio. “Meus colegas diziam que eu não deveria sair da Alcoa, mas como sempre gostei de desafios, resolvi aceitar a proposta e novamente foi uma escolha acertada. Nesta empresa precisei atuar em várias frentes, me envolver com diversos assuntos, desde Relações Trabalhistas, Licenciamento Ambiental até Gestão de Crises. Foi uma experiência muito interessante e que ampliou ainda mais os meus horizontes.”
Depois de cinco anos uma forte crise financeira atingiu o mercado e foi então que Tania decidiu que era hora de mudar novamente seu rumo. Neste mesmo período ela acabou sendo convidada a participar do start up de uma planta de cobre, em Itatiaia, RJ. Ela não teve dúvida. Aceitou a proposta na hora. “Encarei como um projeto de curto prazo, mas com o qual aprendi bastante também. Após nove meses, participei de um processo seletivo para a Biosev e comecei a atuar como gerente Industrial na unidade de Leme, SP. Não conhecia ninguém no setor, nem mesmo o processo produtivo. Fui contatada por um headhunter que me mostrou as excelentes perspectivas que eu poderia ter dentro do setor sucroenergético. Embora a imprensa estivesse relatando casos de fechamentos de usinas, vislumbrei um crescimento sustentável a médio prazo, o que foi um fator decisivo na minha escolha.
” Resultados Sustentáveis
Como superintendente do Polo Lagoa da Prata, ela é responsável pela gestão de todas as operações agrícolas e industriais da unidade, incluindo o gerenciamento de equipes multifuncionais - que correspondem a 1.850 empregados diretos - orçamentos agrícola e industrial, processos produtivos, manutenção, saúde, segurança e meio ambiente. De acordo com Tania, seu trabalho hoje é focado em obter estabilidade operacional e trabalhar fortemente na formação de uma equipe coesa que atue de forma colaborativa na busca de resultados sustentáveis. “Como principais metas da unidade precisamos ter um bom desempenho em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), mitigando riscos e evitando acidentes, operar bem a moagem, atingindo o Açúcar Total Recuperável (ART) previsto no plano, e maximizar a nossa produção de açúcar”, adiciona. A companhia tem investido muito na construção de uma cultura sólida, baseada no Espírito Biosev (Conquista, Trabalho em Equipe e Excelência). Diante disso, um dos maiores desafios dela é engajar os seus colaboradores neste espírito, atuando como exemplo e facilitando o processo de consolidação da cultura. “Estamos focados em melhorar nossa atração, formação e retenção de talentos, para mantermos nossos objetivos de crescimento. A melhor estruturação dos processos internos também é um desafio em todas as áreas da empresa.” Tania está adorando o novo desafio e diz que como a empresa não tem uma estrutura hierarquizada, o que permite fácil acesso a diretoria e presidência, isto tem feito com que a gestão do dia a dia seja um sucesso. “Eu tenho um foco muito grande na construção de relacionamentos e realmente acredito que trabalhamos melhor em equipes do que de maneira isolada. Neste sentido, espero que eu possa contribuir com a empresa auxiliando no desenvolvimento de equipes e processos, utilizando o conhecimento e experiências que adquiri ao longo da minha trajetória. Gostaria de elevar a unidade Lagoa da Prata a um nível de operações de classe mundial, sem acidentes e com excelência nos processos produtivos”, enfatiza. As perspectivas para o setor são boas, segundo Tania, que acredita que o ciclo de recuperação de preços do açúcar deverá permitir a redução dos níveis de endividamento e a retomada do crescimento. “Do ponto de vista administrativo, percebo uma profissionalização muito grande e a substituição do estilo de gestão paternalista, presente na estrutura autoritária das usinas de antigamente, para uma gestão participativa, focada em pessoas e processos bem estruturados. Acredito que com a correta gestão dos recursos, teremos bons resultados nos próximos anos.
Em Busca da Evolução
Quem conhece uma usina sucroenergética sabe que os profissionais que lá atuam têm que se dedicar sempre algumas horas a mais do seu dia a dia para atender as demandas de uma safra, o que faz com que seja bastante difícil ter uma rotina pessoal bem organizada. Divorciada e sem filhos, Tania conta que quando tem um tempo para relaxar, opta por estar ao lado da família e dos amigos, de preferência em locais onde possa estar mais conectada com a natureza. “O que realmente mais gosto de fazer é viajar, conhecer lugares novos e ter experiências diferentes. Viajar é o meu grande hobby. Já viajei muito pelo Brasil e pelo mundo, na maioria das vezes sozinha e com uma mochila nas costas. Cada experiência é única e todas me marcaram. Eu destacaria a viagem que fiz pela América Latina, passando pelo Chile, Bolívia e Peru, onde tive a oportunidade de conhecer estas culturas tão ricas e entender um pouco mais sobre o processo de colonização do nosso continente, além de curtir as paisagens incríveis dos Andes”, relembra. Outra aventura de Tania foi viajar de carro pela costa oeste americana e descobrir que os Estados Unidos têm muito mais a oferecer. “Do roteiro mediterrâneo, tive o prazer de conhecer os aromas e sabores da Espanha, França, Itália e Grécia. No Brasil fiz viagens incríveis e acho que seria injusto citar apenas algumas. Quero conhecer tudo o que eu puder enquanto for viva: desde a Chapada dos Veadeiros até os confins da Ásia. Preciso viver muito para conhecer tudo isso!” A executiva deste mês parece mesmo ser uma grande aventureira, que se arrisca por novos caminhos profissionais e pessoais. Deve ser por isso que seu objetivo de vida seja a busca constante pela evolução. “Procuro fazer a reflexão de Santo Agostinho: chegar ao fim do dia e me perguntar se eu fiz diferença na vida de alguém, se estou no caminho para me tornar um ser humano melhor ou se preciso ajustar a rota”, diz. Tania afirma ainda ter inúmeros projetos que gostaria de realizar, sejam os que envolvem conquistas materiais ou espirituais, mas já se diz muito feliz e grata pelas escolhas e mudanças de direção que realizou em sua carreira. “Tenho a crença de que a busca pelo aprendizado deve ser constante em nossa vida. E acredito que os resultados só são consistentes se conseguirmos engajar as pessoas de verdade, por isto elas merecem o nosso tempo e dedicação. As conquistas só são verdadeiras quando temos propósitos. Tudo ocorre a seu tempo.” Seu trabalho hoje é focado em obter estabilidade operacional e trabalhar fortemente na formação de uma equipe coesa e que atue de forma colaborativa na busca de resultados sustentáveis 
https://sites.google.com/site/lagoadaprataminas/biosev-bioenergia

A Princesa do Centro Oeste de Minas Gerais



O Entardecer Na Princesa do Centro Oeste de Minas Gerais

A Princesa do Centro Oeste de Minas Gerais
Lagoa da Prata 

Ponte Olegário Maciel Patrimônio Histórico Cultural de Luz e Lagoa da Prata


Com o empenho Somente do Município de Luz, trânsito sobre a ponte do Rio São Francisco é liberado A ponte Olegário Maciel, que liga as cidades de Luz e Lagoa da Prata via Esteios, exatamente 99 dias depois do acidente que derrubou uma de suas partes, foi liberada para o tráfego de veículos e passagem de pedestres. O dia 21 de março de 2015 foi uma data muito comemorada por toda a população do Distrito de Esteios e agropecuaristas da região. A obra foi viabilizada graças à persistência e o poder de unificar forças da Administração Municipal de Luz. Os parceiros da obra, a Embaré, a usina Biosev e a Cooesteios foram de vital importância para que o martírio da população de Esteios, Associação dos Canavieiros, pecuaristas, e daqueles que dependem da passagem através da Ponte Olegário chegasse ao fim.
A realização da reforma só foi possível, após muito empenho para se conseguir uma decisão judicial favorável, uma vez que a Prefeitura de Luz impetrou ação na justiça comum em face da omissão do Estado e DER, com intuito de possibilitar o processo de reconstrução da parte que foi danificada em 12 de dezembro de 2014, data em que, uma carreta com excesso de peso fez ceder uma das cabeceiras da ponte. Assim, no sábado do dia 21 de março foi um dia de muita festa e alegria às margens do Rio São Francisco, na divisa dos municípios de Luz e Lagoa da Prata. Moradores das duas cidades lotaram a região, no momento em que os funcionários da Usina Biosev ainda finalizavam as obras, realizando os últimos ajustes antes da liberação do trânsito. A ponte restaurada tem capacidade de carga de vinte toneladas, segundo Edilson Oliveira, Supervisor CCT da Biosev, e a preocupação é de que seja feito o uso consciente da ponte respeitando a sinalização ostensiva de capacidade de carga que consta no local.
O Prefeito de Luz estava muito satisfeito com o desfecho e o reconhecimento recebido, inclusive por moradores de Lagoa da Prata, que viram no gestor municipal luzense, o grande responsável pela execução de tão importante obra. A realização das parcerias foi importante também para os cofres públicos, pois as despesas da cidade de Luz foram mínimas, evidenciando mais uma vez a capacidade de condução da atual Administração. Na oportunidade, um dos fazendeiros que mais lutou pelo restabelecimento do trânsito, o Dr. Célio de Carvalho, não escondia a felicidade diante da liberação da Ponte Olegário Maciel ao destacar: “A Administração Municipal luzense foi de fundamental importância para a execução desse projeto. Sem sua luta incansável estaríamos atravessando o rio de barco até que a ponte de concreto, que não tem previsão de liberação fosse concluída pelo Estado que foi totalmente omisso no caso, e sequer votou seu orçamento para este ano”.

O Diretor da Embaré, José Antônio Bernardes, enalteceu o valor das parcerias pactuadas nesse projeto destacando o dano social e econômico criado pelo acidente, reparado na data de 21 de março, bem como, reconheceu o empenho do Executivo Luzense para solução do problema. 
Já Edilson Oliveira, supervisor da Usina Biosev, citou a complexidade e a responsabilidade de se construir pontes de madeira, principalmente essa que possui uma grande importância pelo elo de ligação entre os municípios de Luz e Lagoa da Prata. 

Em seguida o Procurador do Município de Luz, Dr. Lelton Santos Nogueira, salientou a tarefa que recebeu do Chefe do Executivo, de não medir esforços, para que todos os trâmites legais fossem requeridos, para autorizar a obra de recomposição da ponte, o mais breve possível. Por fim, Ailton Duarte, Prefeito de Luz, encerrou da seguinte forma os pronunciamentos, “agradeço primeiramente a Deus e a todos os parceiros das duas cidades, na realização dessa importante tarefa, a Biosev, Cooesteios e Embaré. Saibam também, que foi no povo de Esteios, que considero minha segunda terra, que a Prefeitura encontrou forças para sua luta diária e incansável na realização dessa empreitada. Desde a primeira reunião, na sede da Embaré, em Lagoa da Prata, quando foram detectados os primeiros entraves burocráticos, o executivo municipal não mediu esforços para que essa adversidade que acometeu a todos os moradores do Distrito, fosse solucionada”.


A TV Alterosa de Divinópolis acompanhou de perto todo o desenrolar da calamidade que ocorreu em Esteios, através dos produtores, repórteres e do apresentador luzense, Cláudio Miranda, do Programa “Alterosa em Alerta”, desde o dia da queda da ponte. Na última terça feira, dia 24 de março, a emissora enviou novamente sua equipe para conferir a normalização do trânsito de veículos e a passagem dos pedestres no local, restabelecida graças a essa grande união de forças liderada pela Administração Luzense.


 Aproveitando a oportunidade, a Administração Municipal agradece a todos que incentivaram e ajudaram nesta empreitada. Um destaque especial para a imprensa de Luz e Lagoa da Prata, que durante todo o processo de reconstrução da ponte, apoiou e abriu as portas para informar a população sobre todas as tentativas que finalmente obtiveram êxito
Fonte: Prefeitura Municipal de Luz em 27 de Março Para:
www.luzmg.com.br
No teu modo de pensar, Lagoa da Prata Também Não Se Omitiu?

Biosev A Segunda Maior Processadora de Cana-de-Açucar do Planeta


Ano de 2000 - O Grupo Louis Dreyfus Commodities adquire a usina Cresciumal, em Leme (SP), e inicia seu processo de expansão no setor sucroenergético no Brasil. 
Ano de 2001 - A aquisição da Usina Luciânia, atual Usina Lagoa da Prata, em Lagoa da Prata (MG), amplia a participação do grupo na região Centro-Sul do país. 

Ano de 2003 - A Usina Cresciumal inicia as operações de cogeração de energia a partir do bagaço da cana. 
Ano de 2004 - O grupo adquire a Usina São Carlos, em Jaboticabal (SP). 
Ano de 2006 - Começam as obras de expansão da usina Lagoa da Prata e a construção da usina Rio Brilhante (Projeto Greenfield), em Mato Grosso do Sul. 
Ano de 2007 - A aquisição das Usinas da Tavares de Melo Açúcar e Álcool permite a expansão das operações da companhia nos estados do Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Paraíba. A capacidade de processamento alcança 11 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. 
Ano de 2008 - A usina Rio Brilhante começa a operar. 
Ano de 2009 - Nasce a LDC-SEV, a partir da fusão da LDC Bioenergia e Santelisa Vale; a companhia passa a ter 13 usinas e expande sua capacidade de processamento para 40 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. 
Ano de 2012 - A Companhia aprova a alteração de seu nome de LDC-SEV para Biosev. 
Ano de 2013 - Com a venda de ativos agrícolas da unidade São Carlos, a empresa passa a ter 12 usinas, com capacidade de processamento de 37,9 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano. Neste ano, a Biosev também abriu capital no Novo Mercado da BM&FBOVESPA. Começam as operações da cogeradora de energia na unidade Passa Tempo. 
Ano de 2014 - A unidade Jardest entra em hibernação; a capacidade de processamento da Biosev passa a ser de 36,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano. 



A Biosev, Subsidiária da Francesa Louis Dreyfus Commodities, investe na melhoria do cultivo de cana-de-açúcar para produzir mais Açúcar, Etanol e Eletricidade
Um mar de canaviais a perder de vista: assim podem ser definidas as plantações de cana-de-açúcar da Biosev, subsidiária da gigante francesa Louis Dreyfus Commodities para o setor sucroenergético no Brasil. São 340 mil hectares distribuídos em 11 unidades nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Paraíba. Desde que o grupo francês desembarcou no País no ano 2000, a lida no campo tem como foco aumentar a produção de açúcar, etanol e bioeletricidade para tornar rentável essa unidade de negócio. “Se tem algo no qual o Brasil é competitivo é no agronegócio”, diz o engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Rui Chammas, presidente da companhia desde o final de 2013. “O país é o maior exportador de açúcar e tem no etanol um exemplo de inovação do qual pode se orgulhar.” Na safra 2014/2015, encerrada no primeiro semestre, a receita da companhia foi de R$ 4,5 bilhões, uma expansão de 5,8% na comparação com o período anterior.
Aproveitamento integral: após a moagem da cana-de-açúcar para a produção de açúcar e etanol, o bagaço é direcionado para a Usina Termelétrica

As usinas da Biosev têm capacidade para moer anualmente 36,4 milhões de toneladas de cana. Na safra passada, foram processadas 28,3 milhões, transformadas em 1,6 milhão de toneladas de açúcar, a maior parte exportada para China e Rússia, além de países da União Europeia, África, Sudeste Asiático e do Oriente Médio; em 1,2 bilhão de litros de etanol; e em 896 GW/h (gigawatts hora) de bioeletricidade a partir da queima do bagaço. A empresa é a segunda maior geradora de energia renovável a partir da biomassa do Brasil. As vendas da eletricidade gerada nas usinas termelétricas cresceu 26% na safra 2014/15. Em função dos investimentos e da gestão mais afinada, Chammas prevê uma moagem de até 32 milhões de toneladas para o período 2015/2016. “Tudo indica que teremos uma boa safra”, afirma o executivo. “Quem fez bem a lição de casa vai poder gerar resultados melhores ao longo dos próximos anos.” O desafio do principal executivo da Biosev não tem sido pequeno e nem fácil. Nas últimas safras, apesar do faturamento robusto, a Biosev trabalha para sair da saia justa do prejuízo, resultado de um cenário adverso que, desde 2007, já levou ao fechamento de 80 usinas de cana-de-açúcar no Brasil e foi provocado por políticas públicas de valorização do uso do combustível fóssil em detrimento dos renováveis. Para isso, a arma da empresa tem sido investir. Na safra passada foram R$ 1,13 bilhão e, nos últimos três meses no primeiro trimestre da atual, R$ 226 milhões. “O mercado começa a reagir", afirma Chammas. “E nós saímos de uma geração negativa de caixa de R$ 200 milhões, o que aconteceu por dois anos, e chegamos a última safra com uma geração positiva de R$ 16 milhões.”
À toda força: a Biosev é a segunda maior geradora de energia renovável a partir da biomassa no País

A Biosev em Lagoa da Prata


Ano de 2000 - O Grupo Louis Dreyfus Commodities adquire a Usina Cresciumal, em Leme (SP), e inicia seu processo de expansão no setor sucroenergético no Brasil. 
Ano de 2001 - A aquisição da Usina Luciânia, atual Usina Lagoa da Prata, em Lagoa da Prata (MG), amplia a participação do grupo na região Centro-Sul do país. 
Ano de 2003 - A Usina Cresciumal inicia as operações de cogeração de energia a partir do bagaço da cana. 
Ano de 2004 - O grupo adquire a usina São Carlos, em Jaboticabal (SP). 
Ano de 2006 - Começam as obras de expansão da usina Lagoa da Prata e a construção da usina Rio Brilhante (Projeto Greenfield), em Mato Grosso do Sul. 
Ano de 2007 - A aquisição das usinas da Tavares de Melo Açúcar e Álcool permite a expansão das operações da companhia nos estados do Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Paraíba. A capacidade de processamento alcança 11 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. 
Ano de 2008 - A usina Rio Brilhante começa a operar. 
Ano de 2009 - Nasce a LDC-SEV, a partir da fusão da LDC Bioenergia e Santelisa Vale; a companhia passa a ter 13 usinas e expande sua capacidade de processamento para 40 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. 
Ano de 2012 - A Companhia aprova a alteração de seu nome de LDC-SEV para Biosev. 
Ano de 2013 - Com a venda de ativos agrícolas da unidade São Carlos, a empresa passa a ter 12 usinas, com capacidade de processamento de 37,9 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano. Neste ano, a Biosev também abriu capital no Novo Mercado da BM&FBOVESPA. Começam as operações da cogeradora de energia na unidade Passa Tempo. 
Ano de 2014 - A unidade Jardest entra em hibernação; a capacidade de processamento da Biosev passa a ser de 36,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano.
A Biosev reconhece a importância do relacionamento e da parceria com o público externo e faz questão de demonstrar a transparência de suas atividades. Por isso, desenvolveu o programa de visitas V.E.M – Vivenciar, Entender e Multiplicar, que organiza visitas programadas às unidades industriais e agrícolas. Além de conhecer as instalações da companhia, os visitantes têm a oportunidade de saber mais a respeito da cana-de-açúcar, um exemplo de cultura renovável e versátil, que pode ser utilizada como matéria-prima de vários produtos e como fonte de energia limpa. As visitas ocorrem de forma periódica e servem também para demonstrar as boas práticas nas operações da Biosev, além dos critérios de segurança, meio ambiente e responsabilidade social. O programa de visitas V.E.M. está aberto para clientes, estudantes, fornecedores, organizações sociais, entidades de classe e outros parceiros de negócios. 

RCA Imóveis, Vende, Troca e Aluga Seu Imóvel em Lagoa da Prata


RCA Vende, Troca e Aluga Seu Imóvel 

 PABX: (37) 3261-1716
Av. Getúlio Vargas, 874 - Centro 
Lagoa da Prata - Minas Gerais





Imóveis em Lagoa da Prata é na RCA Imóveis